Os povos indígenas foram os primeiros habitantes do território brasileiro, e mesmo depois de tantos anos, diversas tribos ainda mantém firmemente suas culturas e tradições, e por isso muitos sofrem preconceito.

Por sentir novas necessidades, muitos índios acabam deixando seu povo para estudar e trabalhar.  As tribos são formadas por povos diferentes e com hábitos, costumes e línguas diferentes, o que dificulta a interação de um indígena na sociedade.

No Brasil existem 240 povos indígenas, os lugares onde há uma presença maior são Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Amazônia, Roraima, Pará e Amapá, nos outros Estados da Federação possui números altos de indígenas, mas são afetados pela sociedade.

A Cáritas Brasileira, em seus diversos programas e projetos, busca apoiar e fortalecer o protagonismo de pequenos grupos que precisam garantir o seu espaço na sociedade, desde 1956, no início da criação da entidade. Assim, reafirma seu compromisso com os povos indígenas, quilombolas, pescadores artesanais e demais populações tradicionais, por meio do fortalecimento de suas identidades, da educação intercultural bilíngue dos indígenas e da defesa de seus territórios e direitos.

Na região de Aracruz (ES), por exemplo, destacam-se as ações realizadas para integrar as diferentes manifestações culturais e religiosas, a fim de buscar soluções para os problemas sociais, educacionais e de saúde dessas comunidades. São cerca de 2.500 indígenas tupiniquins e guaranis que, por meio da solidariedade, podem preservar sua cultura e viver com dignidade.

Comemore o Dia do Índio junto com a Cáritas Brasileira, participe das transformações dessas vidas, seja solidário!

por Mariana Guedes, estagiária da Assessoria de Comunicação da Cáritas Brasileira / Secretariado Nacional.

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